quarta-feira, 27 de abril de 2016

ECONOMIA BRASILEIRA MASSACRADA




O caminho para o Brasil voltar crescer, gerar empregos, controlar dívidas é aparentemente simples, mas necessita da força de vontade e coragem. O motivo que faz o País passar por uma grave crise econômica com sucessivas recessões, se chama taxa básica de juros (Selic).

Hoje o desastre da política de juros (sem efeito na inflação), fez inibir economia (com suas péssimas consequências), além do orçamento da União ser engolido pela dívida pública, fazendo vários ministérios com as mãos atadas. Para tirar o País desse lamaçal requer principalmente coragem de baixar esse destruidor juro/14,25%.

Se a Selic estiver em 3%, 4%, 5%...terá inflação, mas com certeza igual a Selic em 14,25% a diferença é o lobby, aonde culparão pela inflação o juro baixo. Mas a verdade é o interesse por trás, aonde atualmente o maior juro do mundo, enquanto faz o povo sofrer (principalmente rendas menores) com recessão, aumento de desemprego, impostos, dívida pública, faz uma minoria restrita de bilionários do mercado financeiro (alguns estrangeiros) receberem da União mais ou menos R$ 1 trilhão (pagamento de juros da dívida e amortizações).  


No começo de 2015, o Brasil estava doente devido a Selic já fora do normal (11,75%), e devido o pensamento que é de muitos economistas do mercado financeiro (não perder dinheiro em qualquer circunstância), o ministro da Fazenda da época (Joaquim Levy) aumentou vários impostos, como de combustíveis/Cide, cortou subsídio da conta luz (com reajuste de até 70% nas contas ), para pagar dívidas.

Problema é que tudo isso fez aumentar inflação, dando pretexto para subir a Selic para 14,25%, provocando grave crise econômica, com sucessivas recessões históricas, rendas encolhidas, desemprego e aumento da dívida pública. No final das contas fez a União arrecadar menos (mesmo com aumento de impostos), colocando o País na UTI.


O agricultor pode vender todas suas sementes colhidas (milho, soja...), aparentemente aumentará o lucro imediato, mas futuramente perderá muito mais, porque parte das suas sementes plantadas é a garantia e/ou multiplicação do lucro futuro.

Na economia as plantas/sementes é o mercado de produção (indústria, comércio e serviços) que faz a roda da economia girar, atualmente o juro exorbitante (14,25%) é o agrotóxico que só mata as plantas/sementes, que não tem efeito na inflação, porque o Brasil não tem demanda, tem o contrário, recessão.

O recuo da inflação dos últimos 2 meses, não foi por causa do mais ou menos R$ 1 trilhão, pago pelo Governo Federal devido a Selic absurda, mas por causa do fim das bandeiras na conta de luz. O que se gasta com pagamento de juros da dívida/amortizações usasse 10% para desonerar conta de luz, combustíveis, gás...a inflação ficaria facilmente abaixo de 5%.


 

        

domingo, 20 de março de 2016

DIGNIDADE NÃO TEM PREÇO


Acredito que muito que fazemos nesse mundo aqui nós pagamos, o sofrimento que o PT passa com impeachment, tentou fazer com todos presidentes anteriores. Procuro sempre fortalecer os princípios que valorizo; honestidade, sinceridade e me colocar no lugar dos outros, tratando acima de tudo com respeito, preferindo perder com esses princípios, que ganhar com desonestidade; dignidade não tem preço.

Não quero acusar, nem defender sobre o que fez ou não o ex-presidente Lula, mas apenas refletir sobre o ser humano Luiz Inácio. Ele não é réu (que responde por crime), é investigado. Prisão preventiva o objetivo é prender alguém que é uma ameaça para sociedade; porque nesses casos pode demorar toda investigação, até chegar no julgamento, assim procura evitar delitos do investigado com a prisão. O último caso que lembro sobre prisão preventiva foi do serial killer de Goiás, acusado de matar mais de 30 pessoas. Respeito todas as opiniões, que a Justiça tenha serenidade.  

Poderia até estar com espírito de ódio contra o atual Governo Federal, mas não cabe dentro de mim. Nas eleições de 2014 me coloquei neutro no 1º turno, no 2º turno depois que o futuro ministro da Fazenda do candidato Aécio Neves, Armínio Fraga falou que deveria acabar com bancos públicos (financia casa própria, micro e pequena empresa), e não aumentar salário mínimo (que é aposentadoria de muitos). 

Busquei poder colaborar (não queria, e não ganhei nada) com a candidata Dilma Rousseff mas o coordenador da campanha com o nome Campos não aceitou; a campanha passava por um momento à procura de melhora igual economia atual. Só aceitei colaborar (principalmente com elaboração/criação para propaganda eleitoral/rádio/TV), quando a Dilma veio em campanha em Guaianazes e conversei com a assessora pessoal dela Deyse; depois de meses já reeleita, não davam nem atenção.

Atualmente torço pra que tenha uma mudança rápida (seja de qualquer forma), mas que não continue a atual política econômica, que beneficia bilionários do mercado financeiro, com o maior juro do mundo (Selic/14,25%), sacrificando milhões; o povo com mais impostos, quebra empresas inibindo economia, prejudica todo Brasil com menos empregos e arrecadação, e aumenta a dívida pública. E pior é que o destruidor juro exorbitante não tem efeito na inflação, tudo é teoria.       





domingo, 31 de janeiro de 2016

MAIS IMPOSTOS NO BRASIL? SÓ COBRANDO DO EXTERIOR


A única forma de arrecadar mais receita sem pesar o bolso dos trabalhadores e empresas, e ajudar reduzir inflação, seria aumentando alíquotas de tributos para exportar, principalmente de alimentos da agropecuária (puxam preços) que aumentará oferta no Brasil. US$1 dólar valendo mais de R$ 4 reais, os exportadores multiplicaram o lucro (contrário do mercado interno). Também cobrar mais para exportar tem efeito na inflação dos países do exterior, o que aumenta inflação no Brasil cobrar ou criar mais impostos aqui.    

O Brasil não suporta mais aumento da carga tributaria por vários motivos: A crise econômica encolheu renda de milhões de pessoas, e ainda mais pessoas perderam o emprego pelo mesmo motivo. Muitas empresas fecharam as portas, e milhares atravessam dificuldades.


Além de vários motivos econômicos que impede criar ou aumentar impostos, não se pode aumentar a "escravidão" do povo brasileiro, para sustentar "meia dúzia de bilionários" aonde ganham quase metade do Orçamento Geral da União (alguns calculam em quase  R$ 1 trilhão), pago pelos impostos, tributos recolhidos de empresas e trabalhadores do Brasil, devido uma política econômica que mantém a taxa básica de juros (Selic) exorbitante (14,25%).


E o resultado da taxa de juros exorbitante contra inflação é só teórico, aonde os mesmos meses dos anos anteriores, aponta que Selic não demonstrou nenhum resultado, aonde a maior diferença foi o custo gigantesco pago pelos brasileiros:
Dezembro/2012; Selic/7,25%, inflação/0,79%.
Dezembro/2013; Selic/10,00%, inflação/0,92%.
Dezembro/2014; Selic/11,70%, inflação/0,78%.
Dezembro/2015; Selic/14,25%, inflação/0,96%

No mercado financeiro se ganha (e muito) com isso. Se a Selic for alta e tiver inflação acima ou próximo da meta, a conspiração culpa condições meteorológicas, ajuste fiscal, crise econômica (provocada pelos altos juros)...Se a Selic for relativamente média, e tiver inflação pouco acima ou próximo da meta, a conspiração culpa juro. A verdade é que o Brasil tem inflação pontual, e se combate individualmente. 



domingo, 24 de janeiro de 2016

SÃO PAULO MERECE PRESENTE DE QUALIDADE



Parabéns São Paulo pelos 462 anos! Capital Paulista hospitaleira, Cidade do trabalho, locomotiva do Brasil.

Merece trabalhos/obras de qualidade do serviço público(governantes). Há muitos anos estou lutando para que a Zona Leste (mais populosa), não sofra pra sempre por planejamentos errados.

A Avenida Radial Leste não pode ser vista como a maioria das vias. Por isso sempre lutei para que não fosse construido corredor comum de ônibus na Radial, essa via é diferente em vários aspectos da maioria; é como uma única artéria que bombeia entre a Zona Leste e o Centro (uma única ligação requer cuidados especiais). Existe 3 corredores sobre trilhos (1 Metrô, 2 CPTM) na Radial Leste. Os carros utilizam faixas reversíveis em horários de pico, desafogando o trânsito que é gigantesco mesmo com as faixas, o que daria nó ao acabar para construção de corredor no centro da Radial.
  
http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/sao-paulo/novo-corredor-de-onibus-provoca-desapropriacao-de-imoveis-em-sao-paulo.html

Lutei também para que se for fazer corredor na Radial Leste, que seja BRT (Bus Rapid Transit) e ao lado do Metrô, aonde o transporte seria muito mais rápido por não ter semáforos, e manteria faixas reversíveis dos carros. Sobre a intenção da atual prefeitura no começo da gestão (corredor comum) e agora, mudou o planejamento, livrando a Zona Leste de um grande transtorno, mesmo depois do corredor comum pronto (está construindo túnel). Mas demonstra que não gosta de BRT (projeto mundial), alguns funcionários dessa gestão comentam sobre a qualidade do transporte, mas não falam BRT, não sei se é por causa do Fura-Fila (promessa do ex- prefeito Celso Pitta).

O bom seria Radial Leste ter no máximo duas linhas de BRT (pra Itaquera e Aricanduva) aonde poderia ter estações ao lado ou em cima das estações do Metrô (para o acesso), e os ônibus comum sairiam dessas estações para levar os passageiros para todos os bairros da Zona Leste.
Que os candidatos à prefeitura de São Paulo vejam essa necessidade como projeto de Estado (BRT ou VLT). A Avenida 23 de Maio ligando a Zona Sul ao Centro seria também importante e não é complexo para construir.   

MUDANÇA DE RUMO, CAMINHO MELHOR

MOBILIDADE URBANA, O GRANDE DESAFIO





quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

PARA O BRASIL CRESCER, PRECISA TRANSFERIR DESPESAS




A economia hoje derrete no País, trazendo várias consequências devido a política econômica de juros, aonde o resultado prático é aumento de despesas, diminuição da arrecadação, aumento de desemprego, chegando ao ponto de recessão; o resultado é só teórico que o juro alto combate inflação (sem efeito em preços administrados e alimentos exportados).

Se o Governo Federal quer alavancar economia do Brasil, se deve primeiramente ter austeridade para transferir despesas, como assim? A União tem despesa de mais de R$ 230,00 bilhões/ano só com juros da dívida; devido Selic exorbitante, aonde não tem resultado na inflação. Se o Governo Federal usar parte dessa despesa (R$ 230,00 bilhões) para desonerar combustíveis/gás e conta de energia elétrica, vai combater inflação de verdade.

O Governo não tem receita para desonerar empresas, pra isso precisa diminuir a taxa básica de juros (Selic), de onde sairá receita. E precisa ter firmeza e coragem de enfrentar o lobby do mercado financeiro que vai encher de ilusões negativas. Porque juros menores é mais crédito no mercado de produção, ajudando empresas saírem da recessão. E quem perde?

Usarão ilusão que não vai combater a inflação, mas a verdade é totalmente contrária. A inflação hoje é de grande responsabilidade devido aumento de preços de combustíveis/gás e energia elétrica (50%), que a Selic não tem efeito. Desonerando (combustíveis/gás e conta de luz) vai combater inflação de verdade. E vai aquecer ou melhor diminuir o verdadeiro efeito do juro exorbitante que é na indústria, comércio e serviços.

Precisa transferir (tirar) despesas de juros, para desonerar preços administrados, que vai combater inflação de verdade, e automaticamente dará crédito (baixando Selic) para empresas (indústria, comércio e serviços) que não ameaçam com inflação, pelo contrario atravessam recessão devido o efeito do juro alto.  




      

domingo, 6 de dezembro de 2015

CARTA ABERTA À MICHEL TEMER/PMDB:



Qualquer uma das hipóteses sobre impeachment, respeito todos que são a favor ou contra, que ambos tem argumentos legítimos e interpretações de juristas da Constituição Federal. Com tudo isso vejo como uma grande oportunidade para o Brasil sair fortalecido e se recuperar economicamente, o pior de tudo é continuar como está.

Michel Temer em toda sua vida pública sempre vi alguém com ótimo relacionamento com todos do meio político, construtor de pontes para beneficiar o País e liderou muitas vezes ajudando tomar decisões sensatas, inteligentes, equilibradas.

Sugiro que através da sua pessoa vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, liderar uma mudança passando o Brasil de recessão para desenvolvimento abundante, crescimento sustentável, aumento de empregos, assim automaticamente o seu nome e de todos partidos que caminharem  juntos, serão protagonistas dessa mudança.

Essa mudança seria exigir da pres Dilma Rousseff para arquivar o pedido de impeachment, aceitar que forme uma comissão de economia com notáveis de todos ramos econômicos (produção, tributação, comércio/indústria...). Aonde qualquer decisão importante sobre economia do País tomada pelos ministérios/BC teria que discutir e ser aprovada por essa comissão, que também criaria e sugeria projetos.

E além do seu ótimo trabalho como vice-presidente da República, sugeria para exercer a função de presidente dessa comissão de economia. Fernando Henrique Cardoso nunca foi expert em economia, mas no Governo Itamar Franco quando foi ministro da Fazenda liderou um grupo que tinha conhecimento sobre economia.

E além de implementação da comissão de economia, seria importante exigir que baixe gradativamente a taxa básica de juros (Selic), aonde toda vez que a inflação fechar no mês abaixo de 0,55%, diminuiria 0,50% da Selic. O juro (2o maior do mundo) é o principal responsável pela crise no Brasil, aonde compromete cada vez mais o orçamento (quase metade) da União para pagar juros da dívida, fora que inibe economia (provocando até recessão), impedindo que a roda da economia gire, e o pior de tudo o efeito na inflação é medíocre praticamente nulo.

Essa mudança é menos traumática que impeachment da presidente da República, mas se for para manter gente de Bolsa ou banco mandando na economia do Brasil, continuando tudo como está, declarando impeachment cada vez mais na vida de milhões de pessoas que perdem emprego (devido política econômica), não condeno quem é a favor do impeachment da presidente.


A Fundação Ulisses Guimarães que pertence ao PMDB apresentou uma série de intenções para o Brasil sair da crise, uma delas criticando os juros absurdos:
 
Juros
A alta dos juros no Brasil é mencionada no documento do PMDB,  e credita ao fato de a inflação estar “muito acima da meta de 4,5% e ameaça sair de controle”. De acordo com o texto, “qualquer voluntarismo na questão dos juros é o caminho certo para o desastre”. “Juros tão altos diminuem nossa capacidade de crescer, afetam o nível dos investimentos produtivos e realizam uma perversa distribuição de renda”, diz.
Em alguns pontos, o documento fala da atuação do Banco Central, dizendo ser preciso “repensar seriamente” as operações de swap cambial que poderão gerar em 2015 custo de 2% do PIB para o Estado. “Na verdade é preciso questionar se é justo que uma instituição não eletiva tenha este tipo de poder, sem nenhum controle institucional. Tudo isto parece mostrar que o nosso desequilíbrio fiscal tem muitas faces e foi se constituindo ao longo do tempo. Só um choque institucional pode revertê-lo, bem como uma visão integrada da questão e muita lucidez e autoridade política”.


terça-feira, 17 de novembro de 2015

TRAGÉDIA EM MARIANA: ERROS PONTUAIS, PROBLEMAS FATAIS




Todas instituições governamentais podem ter fiscalizado de forma correta as barragens da mineradora Samarco no município de Mariana, aonde aconteceu a tragédia gigantesca afetando vidas, meio ambiente, rio, cidades, moradias e podem não ter constatado nada de errado, mas o maior problema não são as
barragens existentes, mas a falta de barragens, o que deveria ser obrigação dos órgãos fiscalizadores cobrar.

Em uma grande construção como prédios são feitas muitas colunas acima do necessário, aonde a engenharia calcula que se alguma coluna rompesse não teria risco de acontecer acidente. Não se pode colocar toda dependência em apenas uma barragem como aconteceu essa fatalidade, espalhando e contaminando com lama vários municípios mineiros e chegando até no estado do Espírito Santo. 

Tão importante quanto as multas aplicadas na mineradora, é ser calculado o tempo, valores e necessidades para recuperar o meio ambiente/rio Doce, municípios/moradias, e ser posta como obrigação para mineradora Vale/Samarco fazer, como são feitos contratos de empresas privadas que prestam serviços ao poder público, podendo aplicar mais multas conforme o não cumprimento da recuperação.