domingo, 20 de março de 2016
DIGNIDADE NÃO TEM PREÇO
Acredito que muito que fazemos nesse mundo aqui nós pagamos, o sofrimento que o PT passa com impeachment, tentou fazer com todos presidentes anteriores. Procuro sempre fortalecer os princípios que valorizo; honestidade, sinceridade e me colocar no lugar dos outros, tratando acima de tudo com respeito, preferindo perder com esses princípios, que ganhar com desonestidade; dignidade não tem preço.
Não quero acusar, nem defender sobre o que fez ou não o ex-presidente Lula, mas apenas refletir sobre o ser humano Luiz Inácio. Ele não é réu (que responde por crime), é investigado. Prisão preventiva o objetivo é prender alguém que é uma ameaça para sociedade; porque nesses casos pode demorar toda investigação, até chegar no julgamento, assim procura evitar delitos do investigado com a prisão. O último caso que lembro sobre prisão preventiva foi do serial killer de Goiás, acusado de matar mais de 30 pessoas. Respeito todas as opiniões, que a Justiça tenha serenidade.
Poderia até estar com espírito de ódio contra o atual Governo Federal, mas não cabe dentro de mim. Nas eleições de 2014 me coloquei neutro no 1º turno, no 2º turno depois que o futuro ministro da Fazenda do candidato Aécio Neves, Armínio Fraga falou que deveria acabar com bancos públicos (financia casa própria, micro e pequena empresa), e não aumentar salário mínimo (que é aposentadoria de muitos).
Busquei poder colaborar (não queria, e não ganhei nada) com a candidata Dilma Rousseff mas o coordenador da campanha com o nome Campos não aceitou; a campanha passava por um momento à procura de melhora igual economia atual. Só aceitei colaborar (principalmente com elaboração/criação para propaganda eleitoral/rádio/TV), quando a Dilma veio em campanha em Guaianazes e conversei com a assessora pessoal dela Deyse; depois de meses já reeleita, não davam nem atenção.
Atualmente torço pra que tenha uma mudança rápida (seja de qualquer forma), mas que não continue a atual política econômica, que beneficia bilionários do mercado financeiro, com o maior juro do mundo (Selic/14,25%), sacrificando milhões; o povo com mais impostos, quebra empresas inibindo economia, prejudica todo Brasil com menos empregos e arrecadação, e aumenta a dívida pública. E pior é que o destruidor juro exorbitante não tem efeito na inflação, tudo é teoria.
domingo, 31 de janeiro de 2016
MAIS IMPOSTOS NO BRASIL? SÓ COBRANDO DO EXTERIOR
A única forma de arrecadar mais receita sem pesar o bolso dos trabalhadores e empresas, e ajudar reduzir inflação, seria aumentando alíquotas de tributos para exportar, principalmente de alimentos da agropecuária (puxam preços) que aumentará oferta no Brasil. US$1 dólar valendo mais de R$ 4 reais, os exportadores multiplicaram o lucro (contrário do mercado interno). Também cobrar mais para exportar tem efeito na inflação dos países do exterior, o que aumenta inflação no Brasil cobrar ou criar mais impostos aqui.
O Brasil não suporta mais aumento da carga tributaria por vários motivos: A crise econômica encolheu renda de milhões de pessoas, e ainda mais pessoas perderam o emprego pelo mesmo motivo. Muitas empresas fecharam as portas, e milhares atravessam dificuldades.
Além de vários motivos econômicos que impede criar ou aumentar impostos, não se pode aumentar a "escravidão" do povo brasileiro, para sustentar "meia dúzia de bilionários" aonde ganham quase metade do Orçamento Geral da União (alguns calculam em quase R$ 1 trilhão), pago pelos impostos, tributos recolhidos de empresas e trabalhadores do Brasil, devido uma política econômica que mantém a taxa básica de juros (Selic) exorbitante (14,25%).
E o resultado da taxa de juros exorbitante contra inflação é só teórico, aonde os mesmos meses dos anos anteriores, aponta que Selic não demonstrou nenhum resultado, aonde a maior diferença foi o custo gigantesco pago pelos brasileiros:
Dezembro/2012; Selic/7,25%, inflação/0,79%.
Dezembro/2013; Selic/10,00%, inflação/0,92%.
Dezembro/2014; Selic/11,70%, inflação/0,78%.
Dezembro/2015; Selic/14,25%, inflação/0,96%
No mercado financeiro se ganha (e muito) com isso. Se a Selic for alta e tiver inflação acima ou próximo da meta, a conspiração culpa condições meteorológicas, ajuste fiscal, crise econômica (provocada pelos altos juros)...Se a Selic for relativamente média, e tiver inflação pouco acima ou próximo da meta, a conspiração culpa juro. A verdade é que o Brasil tem inflação pontual, e se combate individualmente.
domingo, 24 de janeiro de 2016
SÃO PAULO MERECE PRESENTE DE QUALIDADE
Parabéns São Paulo pelos 462 anos! Capital Paulista hospitaleira, Cidade do trabalho, locomotiva do Brasil.
Merece trabalhos/obras de qualidade do serviço público(governantes). Há muitos anos estou lutando para que a Zona Leste (mais populosa), não sofra pra sempre por planejamentos errados.
http://jovempan.uol.com.br/noticias/brasil/sao-paulo/novo-corredor-de-onibus-provoca-desapropriacao-de-imoveis-em-sao-paulo.html
O bom seria Radial Leste ter no máximo duas linhas de BRT (pra Itaquera e Aricanduva) aonde poderia ter estações ao lado ou em cima das estações do Metrô (para o acesso), e os ônibus comum sairiam dessas estações para levar os passageiros para todos os bairros da Zona Leste.
Que os candidatos à prefeitura de São Paulo vejam essa necessidade como projeto de Estado (BRT ou VLT). A Avenida 23 de Maio ligando a Zona Sul ao Centro seria também importante e não é complexo para construir.
MUDANÇA DE RUMO, CAMINHO MELHOR
MOBILIDADE URBANA, O GRANDE DESAFIO
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
PARA O BRASIL CRESCER, PRECISA TRANSFERIR DESPESAS
A economia hoje derrete no País, trazendo várias consequências devido a política econômica de juros, aonde o resultado prático é aumento de despesas, diminuição da arrecadação, aumento de desemprego, chegando ao ponto de recessão; o resultado é só teórico que o juro alto combate inflação (sem efeito em preços administrados e alimentos exportados).
Se o Governo Federal quer alavancar economia do Brasil, se deve primeiramente ter austeridade para transferir despesas, como assim? A União tem despesa de mais de R$ 230,00 bilhões/ano só com juros da dívida; devido Selic exorbitante, aonde não tem resultado na inflação. Se o Governo Federal usar parte dessa despesa (R$ 230,00 bilhões) para desonerar combustíveis/gás e conta de energia elétrica, vai combater inflação de verdade.
O Governo não tem receita para desonerar empresas, pra isso precisa diminuir a taxa básica de juros (Selic), de onde sairá receita. E precisa ter firmeza e coragem de enfrentar o lobby do mercado financeiro que vai encher de ilusões negativas. Porque juros menores é mais crédito no mercado de produção, ajudando empresas saírem da recessão. E quem perde?
Usarão ilusão que não vai combater a inflação, mas a verdade é totalmente contrária. A inflação hoje é de grande responsabilidade devido aumento de preços de combustíveis/gás e energia elétrica (50%), que a Selic não tem efeito. Desonerando (combustíveis/gás e conta de luz) vai combater inflação de verdade. E vai aquecer ou melhor diminuir o verdadeiro efeito do juro exorbitante que é na indústria, comércio e serviços.
Precisa transferir (tirar) despesas de juros, para desonerar preços administrados, que vai combater inflação de verdade, e automaticamente dará crédito (baixando Selic) para empresas (indústria, comércio e serviços) que não ameaçam com inflação, pelo contrario atravessam recessão devido o efeito do juro alto.
domingo, 6 de dezembro de 2015
CARTA ABERTA À MICHEL TEMER/PMDB:
Qualquer uma das hipóteses sobre impeachment, respeito todos que são a favor ou contra, que ambos tem argumentos legítimos e interpretações de juristas da Constituição Federal. Com tudo isso vejo como uma grande oportunidade para o Brasil sair fortalecido e se recuperar economicamente, o pior de tudo é continuar como está.
Michel Temer em toda sua vida pública sempre vi alguém com ótimo relacionamento com todos do meio político, construtor de pontes para beneficiar o País e liderou muitas vezes ajudando tomar decisões sensatas, inteligentes, equilibradas.
Sugiro que através da sua pessoa vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, liderar uma mudança passando o Brasil de recessão para desenvolvimento abundante, crescimento sustentável, aumento de empregos, assim automaticamente o seu nome e de todos partidos que caminharem juntos, serão protagonistas dessa mudança.
Essa mudança seria exigir da pres Dilma Rousseff para arquivar o pedido de impeachment, aceitar que forme uma comissão de economia com notáveis de todos ramos econômicos (produção, tributação, comércio/indústria...). Aonde qualquer decisão importante sobre economia do País tomada pelos ministérios/BC teria que discutir e ser aprovada por essa comissão, que também criaria e sugeria projetos.
E além do seu ótimo trabalho como vice-presidente da República, sugeria para exercer a função de presidente dessa comissão de economia. Fernando Henrique Cardoso nunca foi expert em economia, mas no Governo Itamar Franco quando foi ministro da Fazenda liderou um grupo que tinha conhecimento sobre economia.
E além de implementação da comissão de economia, seria importante exigir que baixe gradativamente a taxa básica de juros (Selic), aonde toda vez que a inflação fechar no mês abaixo de 0,55%, diminuiria 0,50% da Selic. O juro (2o maior do mundo) é o principal responsável pela crise no Brasil, aonde compromete cada vez mais o orçamento (quase metade) da União para pagar juros da dívida, fora que inibe economia (provocando até recessão), impedindo que a roda da economia gire, e o pior de tudo o efeito na inflação é medíocre praticamente nulo.
Essa mudança é menos traumática que impeachment da presidente da República, mas se for para manter gente de Bolsa ou banco mandando na economia do Brasil, continuando tudo como está, declarando impeachment cada vez mais na vida de milhões de pessoas que perdem emprego (devido política econômica), não condeno quem é a favor do impeachment da presidente.
A Fundação Ulisses Guimarães que pertence ao PMDB apresentou uma série de intenções para o Brasil sair da crise, uma delas criticando os juros absurdos:
Juros
A alta dos juros no Brasil é mencionada no documento do PMDB, e credita ao fato de a inflação estar “muito acima da meta de 4,5% e ameaça sair de controle”. De acordo com o texto, “qualquer voluntarismo na questão dos juros é o caminho certo para o desastre”. “Juros tão altos diminuem nossa capacidade de crescer, afetam o nível dos investimentos produtivos e realizam uma perversa distribuição de renda”, diz.
Em alguns pontos, o documento fala da atuação do Banco Central, dizendo ser preciso “repensar seriamente” as operações de swap cambial que poderão gerar em 2015 custo de 2% do PIB para o Estado. “Na verdade é preciso questionar se é justo que uma instituição não eletiva tenha este tipo de poder, sem nenhum controle institucional. Tudo isto parece mostrar que o nosso desequilíbrio fiscal tem muitas faces e foi se constituindo ao longo do tempo. Só um choque institucional pode revertê-lo, bem como uma visão integrada da questão e muita lucidez e autoridade política”.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
TRAGÉDIA EM MARIANA: ERROS PONTUAIS, PROBLEMAS FATAIS
barragens existentes, mas a falta de barragens, o que deveria ser obrigação dos órgãos fiscalizadores cobrar.
Em uma grande construção como prédios são feitas muitas colunas acima do necessário, aonde a engenharia calcula que se alguma coluna rompesse não teria risco de acontecer acidente. Não se pode colocar toda dependência em apenas uma barragem como aconteceu essa fatalidade, espalhando e contaminando com lama vários municípios mineiros e chegando até no estado do Espírito Santo.
Tão importante quanto as multas aplicadas na mineradora, é ser calculado o tempo, valores e necessidades para recuperar o meio ambiente/rio Doce, municípios/moradias, e ser posta como obrigação para mineradora Vale/Samarco fazer, como são feitos contratos de empresas privadas que prestam serviços ao poder público, podendo aplicar mais multas conforme o não cumprimento da recuperação.
sábado, 27 de junho de 2015
JURO ALTO: Corroi salários, Abate empresas e Inútil com preços altos
O problema da inflação no Brasil são de preços
administrativos controlados por governos, e de alimentos da agropecuária, que tem
grande demanda além do mercado interno, do exterior que nenhuma taxa de juros atinge, e aumenta pressão
do exterior sobre oferta, consequentemente sobre os preços, com a desvalorização da moeda brasileira (real) sobre estrangeiras (euro, dólar), por baratear os produtos.
Controlando exportações de alimentos (inflacionados) da agropecuária com oneração, com ajuda da desoneração de importados dos mesmos alimentos, não só será importante para o sistema monetário do país, mas também para cortar pela raiz qualquer teoria da conspiração.
Imagina, se o Brasil tivesse atualmente com a taxa básica de juros (Selic) como os Estados Unidos (0,25%), o mercado financeiro e seguidores, iria gritar pelas ruas, culpando os juros baixos pela atual situação da inflação (8,47%) do país.
É importante cortar pela raiz qualquer teoria da conspiração, para não atrapalhar o Brasil crescer, deixando o país com a taxa básica de juros baixa, para não corroer os salários, para transformar em motor dos países emergentes. E passando de país de mercado financeiro/especulativo, para país de mercado produtivo/industrial.
E se a culpa da inflação atual fosse de safras. Por que o Japão não tem inflação? O país asiático não tem grandes plantações. Por isso que defendo, que o Brasil deve combater a causa e não o efeito do aumento de preços (dificultar saída, facilitar entrada de alimentos inflacionados). Essa forma estará sendo eficaz, justa e penalizando poucos.

TÓQUIO (Reuters) - Alguns dos membros da diretoria do banco
central japonês expressam preocupação acerca do avanço fraco dos preços
aos consumidores em Tóquio e disseram que a situação deve ser monitorada
para ver quais implicações a fraqueza pode ter para os preços ao
consumidor no país como um todo.
Controlando exportações de alimentos (inflacionados) da agropecuária com oneração, com ajuda da desoneração de importados dos mesmos alimentos, não só será importante para o sistema monetário do país, mas também para cortar pela raiz qualquer teoria da conspiração.
Imagina, se o Brasil tivesse atualmente com a taxa básica de juros (Selic) como os Estados Unidos (0,25%), o mercado financeiro e seguidores, iria gritar pelas ruas, culpando os juros baixos pela atual situação da inflação (8,47%) do país.
É importante cortar pela raiz qualquer teoria da conspiração, para não atrapalhar o Brasil crescer, deixando o país com a taxa básica de juros baixa, para não corroer os salários, para transformar em motor dos países emergentes. E passando de país de mercado financeiro/especulativo, para país de mercado produtivo/industrial.
E se a culpa da inflação atual fosse de safras. Por que o Japão não tem inflação? O país asiático não tem grandes plantações. Por isso que defendo, que o Brasil deve combater a causa e não o efeito do aumento de preços (dificultar saída, facilitar entrada de alimentos inflacionados). Essa forma estará sendo eficaz, justa e penalizando poucos.
Membros do BC do Japão mostraram preocupação por inflação fraca em Tóquio, mostra ata
Quarta-feira, 24 de junho de 2015 08:59
Stanley Whit
TÓQUIO (Reuters) - Alguns dos membros da diretoria do banco
central japonês expressam preocupação acerca do avanço fraco dos preços
aos consumidores em Tóquio e disseram que a situação deve ser monitorada
para ver quais implicações a fraqueza pode ter para os preços ao
consumidor no país como um todo.
No entanto, muitos dos membros concordaram que a tendência
básica dos preços continua intacta e que o BC japonês deve alcançar sua
meta de inflação de 2 por cento por volta da primeira metade do ano
fiscal de 2016, de acordo com ata da reunião de política monetária de 21
e 22 de maio do BC divulgada nesta quarta-feira.
Membros da diretoria também disseram que a produção industrial
pode enfraquecer por enquanto, mas que a economia continuará em
trajetória de recuperação devido à forte demanda doméstica.
"Alguns membros, observando o fato de que o índice de preços ao
consumidor para Tóquio tem sido relativamente fraco, disseram que deve
ser dada atenção a quais implicações essa fraqueza representa para os
preços em todo o país", apontou a ata.
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