terça-feira, 11 de março de 2014
COPA/SP:TRÂNSITO E TRANSPORTES, CUIDADOS E PRIORIDADES
Gostaria de pedir uma analise da prefeitura e secretaria de transportes do município de São Paulo com a construção de corredores de ônibus na cidade, pelo motivo de poder começar muitos de uma só vez, o que pode trazer problemas sérios no momento e também para sempre em algumas regiões.
Como muitas vezes citei que a construção de corredor de ônibus na avenida Radial Leste, retiraria as faixas reversíveis que funciona nos horários de pico na manhã e a tarde o que traria um trânsito ainda maior na avenida que já é quase travada pelo congestionamento, e somando a isso as vésperas da Copa do Mundo com construção na avenida que dá acesso ao estádio de abertura da Copa, o transtorno e reclamações vai multiplicar, a exemplo da avenida Inajar de Souza na Zona Norte (em obras reconstruindo corredor).
E para a cidade de São Paulo não tomar um vexame no Mundo, devido ao trânsito caótico/principalmente na avenida Radial Leste, (hotéis que irão hospedar os turistas estarão longe), precisaria tomar decisões pontuais e importantes para desafogar o trânsito, para os dias dos jogos da Copa do Mundo no estádio do Corinthians.
A medida certa, necessária e sensata como sugerir muitas vezes, seria a duplicação da avenida Radial Leste (Vila Matilde até Itaquera) como não dará mais tempo.
Sugiro principalmente nesse trecho (Vila Matilde até Itaquera) que nos dias dos jogos da Copa (em especial Brasil e Croácia), para fazer igual a operação descida no Sistema Anchieta-Imigrantes, colocando todas as 4 faixas em sentido único Centro-Bairro (duas horas antes dos jogos) para chegar até o estádio, desviando para avenida Tiquatira para os que quiserem chegar ao Centro de São Paulo.
E a partir do 2º tempo dos jogos inverter em sentido único a avenida Radial Leste no mesmo trecho (para chegar ao Centro de São Paulo). Essa operação é mais fácil em uma grande parte da Radial Leste por não ter cruzamentos devido as Linhas do Metrô e CPTM.
E ainda sobre prioridade de construção de corredores de ônibus na Zona Leste, a avenida Celso Garcia necessita mais (recuperar pontos degradáveis) que a avenida Radial Leste (duas linhas da CPTM e uma do Metrô e faixas reversíveis).
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
ECONOMIA DO BRASIL PARA O POVO BRASILEIRO
Muitos especialistas em economia justificaram o aumento da Selic para 10,75%, ficando ainda mais a frente como país de maiores juros real do mundo (taxa de juros menos inflação) feita pelo Copom (comitê de política monetária) devido ao mini estímulo na economia do Brasil feita pelo Governo Federal.
Se o crescimento é pequeno do PIB (produto interno bruto), é sinal que não está havendo aquecimento, consumo, demanda, então não reflete na inflação, como se justifica.
O pequeno recuo da inflação não foi por causa das altas taxas de juros, mas por causa do câmbio, toda vez que o Real se desvalorizar demasiadamente terá inflação maior, porque terá menos competitividade, os insumos/produtos importados serão encarecidos e repassados para o preço do produto final. O resultado que altos juros faz ao longo prazo é acabar com a concorrência (que mantém preços sob controle), quebra as pequenas e médias empresas (maiores empregadores), (-) oferta, (+) demanda é (=) à inflação maior.
Sobre a Petrobras, e a nossa batalha contra o aumento de preços dos combustíveis falei que a estatal fecharia com lucro líquido anual de 2013 em aproximadamente de 22 bilhões. Errei o lucro líquido de 2013 da Petrobras foi de 23,57 bilhões (disparado maior lucro do Brasil), crescimento de 11% em relação a 2012. Enquanto a mineradora brasileira Vale teve um lucro líquido anual de 115 milhões, 98,85% a menos que em 2012.
A Petrobras é do povo, não é o povo que é da Petrobras, se o conselho da empresa voltar com a história de defasagem de preços (comparam com países sem reserva de petróleo, e sem refinarias) vou reforçar proposta de dobrar os impostos pago pela estatal petrolífera e colocar o preço dos combustíveis como achar melhor, e com essa receita desonerar alimentos.
Grande parte do lucro da Petrobras vai para os acionistas bilionários estrangeiros, por ser formada por grande parte pelo capital privado, o povo simples brasileiro não quer pagar poupança (bolsa de valores) para estrangeiros, com aumento de tudo/produtos fretados, transportes públicos, e os próprios combustíveis, pra sair em capa de revista dos Estados Unidos, como empresa de controle brasileiro com recorde de lucro.
25/02/2014 às 20h32
Lucro da Petrobras sobe 11% em 2013 e soma R$ 23,57 bilhões
Por Natalia Viri | Valor
SÃO PAULO - A Petrobras registrou em 2013 lucro de R$ 23,57 bilhões, alta de 11% sobre o ano anterior. A receita cresceu 8%, para R$ 304,89 bilhões, enquanto o Ebitda ficou em R$ 62,97 bilhões, com incremento de 18% na comparação anual.
A estatal encerrou o quarto trimestre com lucro de R$ 6,28 bilhões, queda de 18,9% em relação a um ano antes. A receita subiu 10,4%, para R$ 81 bilhões.
Já o resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) ficou em R$ 15,53 bilhões, alta de 30,2% na comparação anual.
Os ganhos no período vieram 36% acima do esperado pelo mercado. A média de cinco casas de análise ouvidas pelo Valor apontava para lucro de R$ 4,62 bilhões. O resultado operacional, medido pelo Ebitda, ficou praticame nte em linha: as previsões apontavam para R$ 15,24 bilhões.
Apesar dos preços dos combustíveis no mercado interno estarem defasados em relação à cotação internacional, os resultados operacionais da estatal foram beneficiados por reajustes praticados ao longo do ano passado.
Duas rodadas de aumentos de preços — uma em janeiro e outra em novembro — para a gasolina elevaram os preços em 10,9% nas refinarias em 2013. Já para o diesel, houve três reajustes — um deles em março —, que resultaram em alta de 19,5% na cotação praticada pela Petrobras.
Créditos
Créditos tributários e venda de ativos impulsionaram o resultado da Petrobras no quarto trimestre. Entre outubro e dezembro, a estatal registrou um resultado positivo em R$ 2,1 bilhões na linha de Imposto de Renda e Contribuiçã o Social sobre Lucro Líquido (CSLL), contra pagamento de R$ 962 milhões no mesmo período de 2013.
Esse crédito explica parte da diferença entre o lucro apresentado pela companhia e aquele estimado pelo mercado para os últimos três meses do ano passado. A Petrobras teve ganhos de R$ 6,28 bilhões no período, enquanto a média das previsões de cinco casas de análise apontava para R$ 4,62 bilhões.
O desempenho operacional foi beneficiado pelo crescimento de 10,4% nas receitas, para R$ 81 bilhões. Mas o reajuste de 11% na gasolina e de 19,5% para o diesel não foi suficiente para recuperar as margens da companhia.
O custo subiu em maior proporção, 18,9%, levando a uma queda de 1,6 ponto percentual na margem bruta, para 21%. Nesse cenário, a empresa teve que contar com seu programa de desinvestimento para impulsionar os resultados.
A venda da participação no projeto offshore Parque das Conchas (BC-10) gerou ganhos de R$ 1,06 bilhão. O ativo tinha sido vendido por US$ 1,64 bilhão — a diferença entre os valores diz respeito ao montante pelo qual o ativo era registrado no balanço.
A contabilidade de hedge também deu força aos resultados. O mecanismo, que permite que a companhia suavize os impactos da variação cambial sobre a dívida em dólares, evitou perdas financeiras de R$ 4,52 bilhões.
Os balanços das principais companhias brasileiras, seus comunicados e analistas que acompanham as empresas podem ser consultados no Valor RI
Lu c ro l íqu ido da Va l e despenca 98, 84 % e m 2013, para R$ 115 m i l h ões
Do UOL, em São Paulo
26/02/201419h34 > Atualizada 26/02/201420h17
A Vale registrou lucro líquido de R$ 115 milhões em 2013, um tombo de 98,84% em relação ao resultado de 2012 (R$ 9,892 bilhões).
O principal impacto negativo no balanço foi a renegociação de dívidas tributáriascom o governo brasileiro, por meio do programa Refis. Sem isso, a mineradora teria ficado no zero a zero.
A maior produtora de minério de ferro do mundo divulgou os resultados do quarto trimestre e do ano de 2013 nesta quarta-feira (26), após o fechamento dos mercados.
A receita da companhia no ano somou R$ 104,25 bilhões, alta de 11,5%.
No quarto trimestre, a empresa amargou prejuízo líquido de R$ 14,87 bilhões, forte queda em relação ao desempenho do terceiro trimestre, quando teve lucro líquido deR$ 7,949 bilhões. O prejuízo também foi maior que o registrado no quatro trimestre de 2012 (-R$ 5,46 bilhões).
Sem o efeito da variação cambial e retirando também impactos não recorrentes --como a adesão ao Refis--, o resultado muda completamente de figura. Nesse caso, o chamado "lucro líquido básico" da Vale passa para R$ 26,7 bilhões em 2013. No quarto trimestre, a mineradora teria tido lucro de R$ 7,4 bilhões.
Impacto da adesão ao Refis
A entrada no Refis teve um impacto negativo de R$ 14,8 bilhões no balanço dos últimos três meses de 2013. Desse valor, R$ 6,04 bilhões referem-se a despesas financeiras e R$ 8,76 bilhões a impostos que serão pagos ao Fisco.
O valor ficou abaixo dos R$ 20,72 bilhões estimados em novembro de 2013 pela companhia, por conta dos descontos oferecidos no programa.
Mineradora questiona cobrança de impostos na Justiça
Em novembro, a Vale decidiu aderir ao Refis para o pagamento de imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido de controladas e coligadas no exterior para o período de 2003 a 2012. A companhia decidiu pelo pagamento à vista do principal para os anos de 2003, 2004 e 2006 e o parcelamento do principal, multas e juros para os outros anos.
Com isso, colocou fim a um longo impasse que tratava de uma disputa total estimada em R$ 45 bilhões, referentes a coligadas da Vale no exterior.
A adesão ao Refis implicou em pagamento de R$ 5,965 bilhões no final de novembro e de R$ 16,36 bilhões parcelados em 179 meses.
Apesar do acerto, a Vale questiona na Justiça o mérito da cobrança do imposto e espera obter um reembolso se o Supremo Tribunal Federal acatar sua contestação.
(Com Reuters e Valor)
domingo, 23 de fevereiro de 2014
Gostaria apenas de recomendar para refletir algumas coisas pontuais aos companheiros do PMDB no Rio de Janeiro, e que seja tomada a decisão que acharem como melhor e eficaz. Primeiramente não se trata de rompimento ou declarar guerra a nenhuma candidatura ou partido mas o momento e o cenário nos faz tomar decisões, para o bem do PMDB.
Na minha opinião a melhor decisão para o PMDB/RJ em relação as candidaturas do partido, principalmente ao governo do Estado com o vice-gov Luiz Fernando Pezão, seria a mesma que a pres Dilma tomará em relação as candidaturas à governador do Rio do PRB, PT e PR, e o próprio PMDB que significa apoiar todos.
O que isso tem haver com a candidatura do Pezão no Rio de Janeiro?
Seria oferecer apoio ou como se diz oferecer palanque na política, para os 3 candidatos que aparecem melhores nas pesquisas para candidatura a presidência da República (Dilma Rousseff/PT, Eduardo Campos/PSB, Aécio Neves/PSDB).
Isso significa que o PMDB/RJ dará mais apoio, e a candidatura do Pezão receberá mais simpatizantes que apoiam qualquer um dos 3. A dimensão que isso significa é só ver como foi a votação do 1º turno para presidência em 2010 no Estado do Rio de Janeiro.
Seria importante marcar reuniões/jantar com os presidenciáveis e lideranças partidárias. E tenho a opinião que o gov Sérgio Cabral não deve mais abrir mão da candidatura à senador em nenhuma hipótese.
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- Dilma - PT43,76%
- Marina Silva - PV31,52%
- José Serra - PSDB22,53%
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
SP QUER MENOS PEDÁGIO E MAIS TRANSPARÊNCIA
Tem coisas que não podem passar despercebido da população do Estado de São Paulo, a forma que os governos do PSDB concedeu a iniciativa privada as rodovias paulistas sacrifica até hoje todos que precisam se deslocar de uma cidade até outra mais distante cobrando pedágios com preços absurdos, se gasta mais com pedágio do que com combustível no Estado de São Paulo.
Os valores são fora do normal em São Paulo porque o PSDB fez leilões das rodovias não exigindo o menor valor cobrado em pedágio, mas o maior valor pago pela rodovia e os ganhadores dos leilões colocavam valor mais adequado por eles.
E erraram e sacrificaram ainda mais a população paulista, o contrato de concessão das rodovias Anchieta-Imigrantes terminaria em 2018, que cobra o maior pedágio do Brasil, (para descer a serra para o Litoral paulista e voltar paga quase R$ 50,00), o secretário estadual de transportes da época Dario Rais Lopes, autorizou a prorrogação do contrato desse absurdo por mais 5 anos e 10 meses (11 dias antes de deixar o cargo) e logo depois se tornou diretor do consórcio Ecovias responsável pelas rodovias Anchieta, Imigrantes.
O Governo Federal que herdou o contrato firmado de forma erronia no Governo FHC (exigiu o maior valor pela rodovia federal, e não o menor pedágio), o contrato da concessão da Ponte-Rio-Niterói será encerrado e sem prorrogar, por considerar o pedágio caro, para fazer uma nova concessão e conceder a iniciativa privada quem cobrar o menor valor (pedágio) para administrar a Ponte Rio-Niterói.
Rais vira diretor da Ecovias após prorrogar concessão
Raphael Rocha Do Diário do Grande ABC 22 de março de 2012
Ex-secretário estadual de Transportes, Dario Rais Lopes integra o quadro diretivo da EcoRodovias, empresa que tem como braço a Ecovias, administradora do Sistema Anchieta-Imigrantes, que liga a Região Metropolitana ao Litoral. Ele assumiu o posto três anos depois de, junto à Artesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transportes do Estado de São Paulo), autorizar a prorrogação da concessão com a Ecovias. O contrato, firmado em 1998 com duração de 20 anos, passou a vigorar por mais cinco anos e dez meses, até março de 2024. A operação resultaria em acréscimo de R$ 4,03 bilhões na arrecadação da concessionária.
Segundo avaliação de Ariosto Mila Peixoto, especialista em Direito Público, a ida de Rais Lopes para a EcoRodovias pouco tempo depois de ter ocupado a Pasta de Transportes do Estado é "no mínimo estranha". Para o advogado, não há comprovação de ilegalidade, mas a situação fere o princípio da moralidade. "Cabe, para começar, uma investigação profunda do Ministério Público. Não sei se há algo errado no passado. Mas o presente faz a gente desconfiar bastante."
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Nova concessão da Ponte Rio-Niterói reduzirá pedágio, diz ministro
O governo federal anunciou nesta sexta-feira a concessão de cinco rodovias. Serão transferidos para a iniciativa privada 2.625 km de rodovias e a duplicação de 2.282 km. O investimento estimado é R$ 17,8 bilhões. Serão leiloadas parte da BR-476, na região Sul, e trechos das BR-163, 364 e 153, no Centro-Oeste, além da ponte Rio-Niterói.
"Nossa intensão é a de não renovar (com a atual concessionária da ponte), porque (a concessão) foi feita com taxas e valores de pedágio muito altos", disse o ministro dos Transportes, César Borges.
A concessão da Rio-Niterói terminará em maio de 2015. "Iniciamos o processo para concessão por meio de proposta de manifestação de interesse, para fazer (o leilão) neste ano. Vamos ligá-la à Linha Vermelha, e construir um mergulhão (na saída dela) em Niterói. Não tenho a menor dúvida de que conseguiremos modicidade tarifária", acrescentou o ministro. Atualmente, a tarifa cobrada na ponte é R$ 4,90.
As demais rodovias serão concedidas por 30 anos, tendo como principal justificativa a necessidade de escoamento de produtos brasileiros para portos subutilizados. "Queremos estruturar os eixos da produção brasileira para chegarmos aos portos de forma desconcentrada, indo para o Norte e Nordeste (e diminuíndo o tráfego em direção aos portos das regiões Sul e Sudeste)".
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
BRASIL, RUMO A ECONOMIA DO CAPITAL ESPECULATIVO
O Brasil entrou em um vício que a salvação para manter a inflação em baixa é elevar juros, o que está totalmente equivocada, o Copom(Comitê de Política Monetária) elevou a taxa básica de juros(Selic) para 10,5% ao ano, assim o Brasil fica ainda mais na liderança de país com maior juro real do mundo. A política monetária do BC está certa e o mundo errado? A resposta é: a maioria dos países emergentes tem crescimento alto e inflação sob controle. Com essa política o Banco Central coloca o país rumo à política de menos produção, e mais capital especulativo.
Essa política quem mais ganha são os bancos com juros de dívidas, e a própria inflação ficará comprometida ao longo prazo, porque o melhor forma para manter os preços sob controle é através da concorrência, se a política econômica acena que é melhor investir em mercado acionário, o consumidor diminui as compras devido os juros, e empresas quebram por não suportar juros de dívidas, fará a competitividade diminuir, e somente as grandes empresas sobreviverá sem a preocupação de aumento de preços porque a concorrência será menor a cada dia.
Editoria de Arte/Folhapress
Com taxa de juros menor a economia cresce, com mais desonerações os preços cai. Caso não haja entendimento com Banco Central sobre as taxa de juros, o ministério da Fazenda deveria sempre que houver aumento da Selic, aumentar as alíquotas dos impostos, sempre que houver diminuição da Selic, diminuir as alíquotas dos tributos.
Assim poderá convencer o Copom que a melhor saída não é elevar taxa juros para manter a inflação sob controle e deixar o país nas mãos das Bolsas de Valores e Bancos, e o ministério da Fazenda nunca deve fazer o contrário (desonerar, quando o Copom eleva os juros) se não o Banco Central vai aumentar ainda mais a vontade de elevar juros no país, pensando que faz enorme efeito, que na verdade a desoneração que tem efeito maior e imediato, taxa alta de juros é o caminho para economia encolher, país entrar em uma crise econômica e as empresas quebrarem.
Banco Central sobe pela 7ª vez o juro básico, a Selic, para 10,5% ao ano
CAROLINA MATOS, ANDERSON FIGO DE SÃO PAULO
MARIANA SCHREIBER DE BRASÍLIA
O Banco Central (BC) subiu nesta quarta-feira (15) o juro básico da economia brasileira, a taxa Selic, em 0,50 ponto percentual, para 10,5% ao ano. Foi a sétima alta seguida da taxa, que havia caído para um dígito em março de 2012 (para 9,75% ao ano, de 10,5% ao ano). Foi a primeira decisão sobre juros de 2014.
"Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, o Copom [Comitê de Política Monetária] decidiu por unanimidade, neste momento, elevar a taxa Selic em 0,50 p.p. [ponto percentual], para 10,5% ao ano, sem viés", informou.
A decisão confirmou a aposta de alta de economistas brasileiros, baseada no atual cenário de pressão inflacionária. Havia, porém, uma dúvida em relação ao ritmo de aumento da taxa: de 0,50 ponto percentual ou 0,25 ponto percentual.
A elevação dos juros é um instrumento usado pelo governo para conter o consumo, uma vez que o crédito (tanto empréstimos em instituições financeiras quanto parcelamentos em lojas, por exemplo) fica mais caro. E, com menos demanda, a inflação tende a ceder.
PERSPECTIVAS
Para o futuro, as apostas dos economistas ouvidos pela Folha variam. Alguns acreditam que a Selic fique estável a partir de agora até o fim de 2014 e outros preveem mais altas, com a intensidade a depender da inflação.
Na avaliação de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos, a Selic pode encerrar 2014 em até 11,25% ao ano, sendo mais duas altas –em fevereiro e em abril, de 0,50 meio ponto percentual e 0,25 ponto percentual, respectivamente.
"O BC tem que lidar com muitas questões [como inflação alta e crescimento fraco, por exemplo] ao mesmo tempo utilizando apenas um instrumento", diz.
Segundo ele, a aposta de elevação menor da Selic por parte do mercado desdenha da autoridade monetária. "É como se dissessem: este BC aí não vai fazer o que tem que ser feito porque está comprometido com o projeto de reeleição", afirma.
O economista defende a independência do Banco Central e diz que a autoridade "está fazendo tudo que pode para conduzir o sistema de metas em um planeta que mandou às favas os bons modos monetaristas através de estímulos econômicos nos EUA, no Japão e na Inglaterra."
Já o economista Luciano Rostagno, do Banco Mizuho, afirma que a atividade econômica fraca do país, principalmente pelo desempenho da indústria, deve impedir o BC de subir muito mais a Selic. "Indicadores de atividade da indústria sugerem que a produção do setor registrou forte queda na margem em dezembro, após sofrer ligeira retração em novembro."
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
TRANSPORTES/TRÂNSITO DE SÃO PAULO SEM LÓGICA
A prefeitura de São Paulo está tomando medidas sem estudar as consequências, sem analisar o custo benefício, o que trás de bom e ruim para cidade, um exemplo de faixa exclusiva, aonde existe maior deslocamento de pessoas com carros como vias expressas não tem lógica ter faixas/corredores de ônibus, as decisões em fazer faixas estão apenas levando em considerações aprovações em lugares e regiões totalmente diferentes de outras. Como está sendo feito acho que ainda terá ou deve já ter faixa exclusiva aonde não passa ônibus.
Agora a prefeitura fala muito em expandir o rodizio de carros, o que vão fazer na Radial Leste será como acabar com uma avenida com a construção de um corredor de ônibus (vai tirar as faixas reversíveis), o impacto negativo será muito maior do que a expansão de um rodizio para melhorar o trânsito. Construir corredor na Radial seria como acabar com o Minhocão a diferença e vantagem é que nesse caso os moradores da zona oeste iria piorar o trânsito e poderia ganhar em paisagem da região.
E grande parte da avenida Radial Leste com a moda de fazer faixa exclusiva em qualquer lugar, ficou
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
Quero agradecer a Deus pelo ano de 2013, por tudo que proporcionou e livrou na minha vida, pela confiança e apoio de todos, que me fez acreditar, trabalhar, lutar pelo bem para todos. Que me fez carregar as esperanças da missão nesse mundo, para servir e glorificar o nome de Jesus.
Que todos obstáculos, que possa aparecer em 2014, sirva como trampolim para chegar aonde o Senhor quer, como foi o ano de 2013, e que nunca seja feita a minha vontade, mas a vontade do Senhor na minha vida.
Que todos obstáculos, que possa aparecer em 2014, sirva como trampolim para chegar aonde o Senhor quer, como foi o ano de 2013, e que nunca seja feita a minha vontade, mas a vontade do Senhor na minha vida.
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