segunda-feira, 18 de novembro de 2013

PETROBRÁS: MAIOR LUCRO DO BRASIL, PRECISA DE AUMENTO?

Os combustíveis sempre esteve entre os vilões entre os maiores puxadores da inflação, não somente em ser um dos itens que em todos anos mais sobem os preços, mas por ser um produto que o aumento reflete em reajustes de outros preços, como alimentos, móveis, praticamente todos produtos vendidos no varejo, pelo Brasil ser um país que utiliza muito como frete o transporte por rodovias, que o custo está embutido com os gastos com combustíveis, além de incidir sobre tarifas dos ônibus metropolitanos, inter-estaduais e transportes em geral. 

O Brasil precisa e tem de controlar os preços de combustíveis, e de todos os preços de empresas que detém o monopólio ou oligopólio do produto no mercado, a reclamação do controle de preços só é válida se antes for pedido a quebra do monopólio, como por exemplo a permissão de distribuidoras de combustíveis importar gasolina de refinarias da Venezuela, para vender aos postos de combustíveis no Brasil. 
  

A metodologia de preços de combustíveis reajustando automaticamente, discutido pelo conselho da Petrobrás é muito pior para a União, que o orçamento impositivo, contestado pelo Governo Federal e aprovado pelo Congresso, se fosse adotado seriamente um reajuste conforme os preços dos combustíveis do exterior teria que baixar os preços dos combustíveis. Entre os países com reserva de petróleo, o preço da gasolina no Brasil está apenas atrás da Noruega. Comparar preço de combustíveis do Brasil com países do exterior que não possui refinaria, muito menos petróleo, obrigando-os a importar, é no mínimo injusto.   



A Petrobrás no acumulado dos 9 primeiros meses desse ano, já teve um lucro líquido de R$ 17.300 bilhões. Antes a estatal já havia tido no 1º semestre de 2013 alta de 77% ante os 6 primeiros meses de 2012. Com esse lucro dá a impressão que a Petrobrás quando a produção no país não é suficiente, ao invés de importar somente da Venezuela gasolina por R$ 0,03 centavos, importa alguns litros da Noruega por R$ 6,03 para transparecer prejuízo, de importar mais caro e vender mais barato. 

Enquanto a estatal petrolífera do país não deixa de aumentar em dezenas de bilhões os lucros, a estatal energética Eletrobras, que a demanda à obriga a se preocupar em multiplicar a cada ano os investimentos em vários tipos de usinas para geração de energia no Brasil, acumulou no 1º semestre desse ano, o lucro líquido de R$ 2.6 bilhões, mas um prejuízo de 915 milhões no 3º trimestre de 2013, recuando o lucro nos 9 primeiros meses para 1.685 bilhão, no ano.


PosiçãoPaísPreço por litro
1º lugarNoruegaR$ 6,03
2º lugarTurquiaR$ 5,72
3º lugarPaíses BaixosR$ 5,32
4º lugarItáliaR$ 5,16
5º lugarGréciaR$ 4,97
6º lugarPortugalR$ 4,95
7º lugarFrançaR$ 4,87
8º lugarHong KongR$ 4,86
9º lugarSuéciaR$ 4,85
10º lugarBélgicaR$ 4,82
11º lugarFinlândiaR$ 4,82
12º lugarAlemanhaR$ 4,80
13º lugarDinamarcaR$ 4,74
14º lugarIsraelR$ 4,71
15º lugarIrlandaR$ 4,66
16º lugarReino UnidoR$ 4,64
17º lugarEslovêniaR$ 4,43
18º lugarEslováquiaR$ 4,38
19º lugarMaltaR$ 4,35
20º lugarSuíçaR$ 4,34
21º lugarEspanhaR$ 4,19
22º lugarHungriaR$ 4,14
23º lugarRepública ChecaR$ 4,09
24º lugarÁustriaR$ 4,07
25º lugarChipreR$ 4,06
26º lugarCroáciaR$ 4,01
27º lugarLuxemburgoR$ 3,90
28º lugarNova ZelândiaR$ 3,89
29º lugarLetôniaR$ 3,89
30º lugarCoreia do SulR$ 3,86
31º lugarLituâniaR$ 3,86
32º lugarBulgáriaR$ 3,83
33º lugarRomêniaR$ 3,80
34º lugarSingapuraR$ 3,79
35º lugarPolôniaR$ 3,76
36º lugarChileR$ 3,72
37º lugarEstôniaR$ 3,65
38º lugarJapãoR$ 3,53
39º lugarBrasilR$ 3,34
40º lugarArgentinaR$ 3,22
41º lugarAustráliaR$ 3,17
42º lugarÁfrica do SulR$ 2,96
43º lugarÍndiaR$ 2,84
44º lugarFilipinasR$ 2,82
45º lugarCanadáR$ 2,80
46º lugarChinaR$ 2,80
47º lugarTailândiaR$ 2,79
48º lugarColômbiaR$ 2,71
49º lugarPaquistãoR$ 2,32
50º lugarEstados UnidosR$ 2,19
51º lugarIndonésiaR$ 2,17
52º lugarMéxicoR$ 2,05
53º lugarRússiaR$ 2,03
54º lugarMalásiaR$ 1,38
55º lugarNigériaR$ 1,36
56º lugarIrãR$ 1,29
57º lugarEmirados ÁrabesR$ 1,06
58º lugarEgitoR$ 0,60
59º lugarKuwaitR$ 0,48
60º lugarArábia SauditaR$ 0,27
61º lugarVenezuelaR$ 0,03
Fonte: Bloomberg


Brasil fica em 15° em ranking do impacto da gasolina no salário

DE SÃO PAULO 
Atualizado em 24/06/2013 às 17h21 Folha de S.Paulo

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A parcela da renda diária do brasileiro necessária para comprar um litro de gasolina é a 15ª maior em uma lista de 60 países, mostra um levantamento feito pela Bloomberg.
No segundo trimestre do ano, o preço do litro do combustível no país era de cerca de R$ 3,30, que equivale a 4,88% do que o brasileiro ganha, em média, por dia (R$ 67,62), aponta a pesquisa.
O percentual é superior ao preço relativo em outros países emergentes como Rússia, que ficou na 35ª posição da lista, e Coreia do Sul, que ficou no 30º lugar.
O ranking é liderado pela Índia, onde o gasto médio com um litro de gasolina chega a 30,69% do salário diário.
A classificação é resultado dos baixos rendimentos e da infraestrutura limitada do país, segundo a Bloomberg.
Em valores nominais, o combustível no Brasil é o 36º mais caro do mundo.
A Venezuela tem o litro da gasolina mais barato -o preço é de, em média, R$ 0,02, ou 0,03% da renda diária de um venezuelano.
Já o país onde o combustível é mais caro é a Turquia, onde o valor do litro é de R$ 5,30, ou 8,56% do rendimento diário no país.
A média de consumo diário no Brasil é de 0,3 litro.

PREÇO EM ALTA

Segundo o levantamento, o preço da gasolina no Brasil cresceu 15% na passagem do primeiro trimestre de 2013 para o segundo, alta mais expressiva do ranking.
Nos primeiros três meses do ano, quando o litro da gasolina estava em R$ 2,91, o combustível era o 39º mais caro da lista em valores nominais.
Este ano, a Petrobras anunciou um reajuste de 5,4% no preço da gasolina -o primeiro com impacto ao consumidor desde 2005.
Antes, a alta era anulada nos postos, já que o governo abria mão da arrecadação da Cide, imposto federal dos combustíveis que foi zerado no ano passado e, portanto, não pode mais compensar eventuais reajustes.
A Petrobras é obrigada a importar o combustível a preços internacionais e vendê-lo com defasagem no mercado interno, para não comprometer a meta oficial de inflação do governo.

GASTO COM GASOLINA NO BRASIL
4,88%
é a fatia do salário
gasta na compra de um litro de gasolina no Brasil


R$ 3,30
é quanto custa
o litro do combustível
atualmente no país



30,7%
do salário é o gasto médio
na Índia, a líder da pesquisa, de um total de 60 países 


'Cresceria mais se não pagasse tanto por combustível', diz presidente da Avianca

MARIANA BARBOSA Folha de S.Paulo, 17/11/2013 - 01h30

Enquanto as líderes do setor aéreo economizam até no ar condicionado para fazer frente ao aumento de custos de combustível e do câmbio, que têm provocado prejuízos bilionários desde o ano passado, no QG da Avianca o clima é de comemoração.
Com um serviço elogiado pelos viajantes (lanche quente, TV individual e espaço entre as poltronas), a Avianca não dá conta da demanda.
O engenheiro José Efromovich, 58, sócio do irmão German na empresa e desde 2008 seu presidente, ressalta que tem o maior aproveitamento de assentos do setor (82%). 

                                                      José Efromovich dá entrevista na sede da Avianca

Há anos na lanterna, deve crescer 40% em 2013 e prevê fechar o ano com 7% do mercado --o que já incomoda a concorrência. Neste mês, a Gol ampliou o espaço em seus aviões retirando duas fileiras de assentos na ponte aérea Rio-SP.

Folha - Está sendo um ano difícil para o setor, com combustível e câmbio em alta e zero de crescimento. Se, como o sr. diz, a Avianca lucrar nesse cenário, a demanda que o setor apresentou ao governo é choradeira de quem enfrenta problemas particulares?
José Efromovich - Não vi ninguém chorar. O meu resultado não é suficiente. Poderia crescer muito mais. Por que temos que pagar o combustível mais caro do mundo? Não entendo a fórmula de cálculo da Petrobras. Na última semana do mês, você fica sabendo o preço que pagará no mês seguinte. Se o preço do combustível dobra, não há milagre. Vai ser repassado para a passagem. 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

METRÔ: O CARO PODE SAIR BARATO


Muitas vezes em tudo na vida o aparentemente barato, muitas vezes pode sair caro no final das contas, associaria essa frase a nova Linha 13 Jade projetada para CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que ligaria a Zona Leste na cidade de São Paulo ao Aeroporto de Cumbica em Guarulhos, não estarei criticando o projeto em si, que tem imensas qualidades e pode melhorar a vida de milhões de pessoas, oferecendo um transporte de qualidade, mas estarei buscando unir idéias para o aperfeiçoamento da futura linha.
                                                        Linha projetada pela CPTM - 13 Jade



Gostaria de sugerir ao Governo do Estado de São Paulo e ao Governo Federal (que tem terá participação na obra, da futura Linha 13 Jade), que refletisse o legado que pode deixar para o longo de vidas e séculos, transformando o caro ou trabalhoso, em um grande ganho para cidades, estado e país, e o reconhecimento de todos aos governos pela melhoria e aprimoramento do projeto.

                                                  Linha projetada para o Monotrilho - 13 Jade



O projeto da Linha 13 Jade da CPTM que sairia da cidade Guarulhos terminaria na estação Engenheiro Goulart (Zona Leste de São Paulo), tendo integração com a Linha 12 Safira da CPTM (Brás-Calmon Viana/Poá), a minha ressalva seria, que está linha/12 tem muitas estações e trens em condições ruins comparando com outras da própria CPTM, assim turistas ou trabalhadores vindos do mundo inteiro desembarcando no Aeroporto de Cumbica em Guarulhos, que gostaria de utilizar o transporte público teria que utilizar essa Linha 12 Safira para chegar até o Centro de São Paulo ou ir para outras regiões da Grande São Paulo, seria como sair de um carro popular zero km/linha 13 Jade/CPTM e pegar um Fusquinha sem manutenção/Linha 12 Safira.


Seria de maior importância para todos que irão utilizar a futura Linha 13 Jade, que ela fosse feita com o Monotrilho, e administrada pelo Metrô, hoje já são fabricados trens em Hortolândia no interior de São Paulo para futuras linhas que utilizarão o Monotrilho (15 Prata, 17 Ouro), oferecendo a todos que utilizarem um maior conforto, rapidez e qualidade de sistema do transporte público sobre trilhos, para toda vida.



Seria importante a futura linha de Guarulhos, que fosse até a  estação Brás usando parte da estrutura da Linha 12 Safira, essa linha da CPTM que vem de Calmon Viana/Poá, passaria a fazer final na estação Engº Goulart, para integração com o Monotrilho (13 Jade) para chegar até o Brás/Centro de São Paulo.
Para o aperfeiçoamento e modernização para os usuários da nova linha, seria construído elevados (2 ou 3 km) para fazer final ao lado da estação Brás da Linha 3 Vermelha do Metrô, o que facilitaria a integração rápida, e para separar do pátio da CPTM entorno do Brás. Essa futura linha com Monotrilho seria como três linhas em uma (Jade 13, parte da Safira 12 e o expresso Aeroporto/projeto).

Por ser de maior qualidade a futura linha 13 Jade com Monotrilho, poderia ser construída novas estações que já estavam em projeto na linha 12 Safira/CPTM entre a estação Tatuapé e a estação Engº Goulart. É certeza com Monotrilho os moradores de Guarulhos, trabalhadores, turistas que desembarcarem no Aeroporto de Cumbica, entraria em um carro de ultima geração zero km, para ir direto até o Centro de São Paulo.



A construção da futura Linha 13 Jade com Monotrilho, todos ganharia em qualidade, conforto e rapidez, para um futuro maior sem se preocupar com aumento de demanda, ganharia também o reconhecimento dos usuários para os governos do Estado de São Paulo e Federal, além da futura linha somar km a mais de metrô em São Paulo, o que muitos reclamam comparando com extensão de metrô de outras cidades (Xangai 468 km, Nova York 418 km, Santiago 103 km, Cidade do México 202 km) com a futura Linha 13 Jade, sendo da CPTM não seria somado nenhum km ao Metrô de São Paulo 74,3 km.




A primeira visita ao monotrilho da zona leste

Composição da Linha 15 começa a tomar forma em fábrica de Hortolândia

14 de abril de 2013 | 2h 05

CAIO DO VALLE - O Estado de S.Paulo
Está para nascer o caçulinha dos trens de São Paulo. E a reportagem do Estado foi acompanhar os momentos finais dessa gestação. O primeiro monotrilho da Linha 15-Prata do Metrô, em construção em uma fábrica no interior, começa a ganhar as feições de uma máquina capaz de carregar até mil pessoas por viagem, metade de uma composição metroviária convencional. Seu desafio é grande: atender a uma das áreas mais carentes de transporte público de qualidade da capital: a zona leste.
Sons de rebites, marteladas e ajustes dominavam a linha de montagem instalada em Hortolândia, a 105 quilômetros de São Paulo, na manhã de sexta-feira. Os operários trabalhavam vigorosamente nos sete vagões do trem que vai inaugurar a "era" dos monotrilhos na capital.
Cada uma dessas partes se encontrava em um estágio de desenvolvimento. A mais avançada, uma das pontas da composição, já tem acabamento na parede interna e janelas instaladas.
Aliás, as janelas têm 1,2 metro de altura, são consideravelmente maiores que as dos trens que rodam nas linhas da Companhia do Metropolitano de São Paulo e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Quando o monotrilho estiver suspenso nas vigas por onde andará, a quase 15 metros do chão, elas proporcionarão vistas contundentes de São Mateus, Parque São Lucas e Vila Prudente.
Mas se o caçulinha ganha na amplidão de suas janelas, perde de seus irmãos maiores no quesito número de portas por vagão. São só duas por lado, ante quatro dos velhos trens. Outro aspecto que chama a atenção é que, diferentemente desses, o monotrilho tem portas que deslizam pelo lado de fora da lataria. A medida é para ganhar espaço, deixando a "carapaça" mais fina, explica o engenheiro Manuel Fernandes Gonçalves, gerente de produção da fabricante Bombardier.
  
De acordo com ele, esse primeiro monotrilho deve ficar pronto em julho. Logo em seguida os vagões serão levados em caminhões para o pátio da Linha 15 na região do Oratório, zona leste, para início dos testes. Neste ano, a previsão é de que cinco trens sejam entregues ao Metrô. Os outros 49 sairão escalonadamente da fábrica até 2016, quando todos os trechos da Linha 15 deverão estar concluídos.
Será ele capaz? O modal não é exatamente inédito por aqui - já houve um pequeno monotrilho em Poços de Caldas (MG), mais para funções turísticas -, mas nunca foi submetido ao teste de fogo do cotidiano de uma cidade como São Paulo. Por isso, os especialistas são cautelosos em prever sua eficácia. Outro ramal de monotrilho está em construção na cidade, a Linha 17-Ouro, na zona sul, que abre em 2015. Outro está previsto para o ABC. Os trens da Linha 15 terão 90 metros de comprimento, ante 132 do Metrô e 170 da CPTM.
O consultor Horácio Augusto Figueira, mestre em Transportes pela Universidade de São Paulo (USP), pondera que a Linha 15, que cortará a zona leste radialmente, pode acabar sofrendo do mesmo problema pendular que acomete a sobrecarregada Linha 3-Vermelha, com uma demanda muito grande no sentido centro durante o horário de pico matinal. E vice-versa à tarde. "Mas, em tese, o monotrilho terá uma capacidade maior do que um corredor de ônibus."
Para Luiz Carlos Mantovani Néspoli, superintendente da Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP), a tendência é que com a expansão da rede metroviária, a possível superlotação do monotrilho diminua. Por hora e sentido, os trens da Linha 15 transportarão até 48 mil passageiros, segundo o Metrô. Assim como na Linha 4-Amarela, as composições não terão condutores. O Metrô não divulgou quanto está gastando por trem.


23/09/2013 19h20 - Atualizado em 23/09/2013 20h05

CPTM  recebe a u t orização para obra de


l i n ha  a t é Aeroporto de Cumbica

Trem até o aeroporto deve entrar em operação em 2015. Investimentos na extensão das linhas 9 e 13 somam R$ 2,8 bilhões

Do G1 São Paulo


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB),assinou a autorização para obras em duas linhas nesta segunda-feira (23). Uma delas deve beneficiar 120 mil usuários por dia e oferecerá opção de acesso ao Aeroporto de Cumbica pela tarifa básica do sistema, que hoje é de R$ 3.
Os dois empreendimentos autorizados pelo governador terão investimentos de R$ 2,8 bilhões e devem entrar em operação em 2015. Ainda no evento realizado na estação Palmeiras-Barra Funda, Alckmin entregou seis novos trens para a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
Trem para Cumbica
A conexão com o aeroporto será através da Linha 13-Jade, que ligará a estação Engenheiro Goulart da Linha 12- Safira, na Zona Leste da capital paulista, ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, na Grande São Paulo. "Com a Linha 13-Jade, nós completaremos 12 linhas, cinco de Metrô e sete de CPTM", afirmou Alckmin.
A Linha 13-Jade terá 12 km de extensão, saindo da estação Engenheiro Goulart da Linha 12-Safira (Brás-Calmon Viana), em direção a Guarulhos. O projeto prevê a construção de uma nova estação em Engenheiro Goulart e de duas novas estações: Guarulhos-Cecap e Aeroporto Internacional de Guarulhos.
"Metade dela vai ser elevada, porque passa sobre o Parque Ecológico, sobre o Rio Tietê, sobre a Ayrton Senna e sobre a Dutra", comentou Alckmin.
De acordo com o governo do estado, as obras foram contratadas por R$ 1,1 bilhão e serão executadas pelos consórcios HFTS Jade e CST Linha 13-Jade.  Já o investimento total estimado para implantação da nova linha é de R$ 2,1 bilhões.
O governador explicou que já há conversas com a concessionária que administra o aeroporto para oferecer um sistema que interligará a estação ao terminal. "A pessoa desce do trem, se for a um terminal um pouco mais distante toma o "people mover" (espécie de trem local), como tem nas estações do mundo todo, mais modernas do mundo todo, sem pagar nada e chega dentro do seu terminal. Seja terminal interno ou terminal pra voo internacional", afirmou Alckmin.
Linha 9 até Varginha
O governador também autorizou o início das obras de extensão da Linha 9-Esmeralda, integrada ao Metrô, até Varginha, na Zona Sul. Atualmente, a Linha 9-Esmeralda liga Osasco, cidade vizinha a São Paulo, ao bairro do Grajaú, na Zona Sul e conta com integração com o Metrô nas estações Santo Amaro (Linha 5-Lilás) e com a Linha 8-Diamante, da CPTM, nas estações Osasco e Presidente Altino.
Com a ampliação de mais 4,5 km, levará o trem até Varginha, no extremo sul da capital. Quando estiver pronta, a linha terá  mais duas estações:  Mendes e Varginha, por onde deverão passar 110 mil usuários por dia.   A obra foi contratada por R$ 274 milhões e será executada pelos consórcios THS Esmeralda e TSC Linha 9-Esmeralda.  O valor do investimento total para o empreendimento está estimado em cerca de R$ 633 milhões.

Operação em 2015
O governo estadual prevê que a Linha-13 entrará em operação em 2015 e deverá beneficiar, inicialmente, 120 mil usuários por dia. O valor da tarifa será de R$ 3. As obras foram contratadas por R$ 1,1 bilhão.  Os consórcios que executarão o serviço são HFTS Jade e CST Linha 13-Jade. O investimento total estimado para implantação da nova linha é de R$ 2,1 bilhões. O projeto conta com financiamento internacional no valor de 550 milhões de euros, obtido junto à Agência de Desenvolvimento Francesa (AFD).
Alckmin também entregou os seis últimos trens da série 8000 para a Linha 8-Diamante, completando o lote de 36 trens fabricados pela CAF,  em Hortolândia (SP) e adquiridos por meio de Parceria Público Privada (PPP). Esses trens fazem parte dos 105 adquiridos para a CPTM, desde 2006, totalizando 96 novas composições em operação.



domingo, 10 de novembro de 2013

A ILUSÃO DA TAXA DE JUROS


O cenário econômico do Brasil em relação a inflação indica um dado que sempre tive convicção que alta de taxa de juros só funciona em momentos extremos colocando em 30%, em uma inflação chegando ao estado aonde a única necessidade é acabar com uma inflação generalizada, aonde se corrói salários em poucos dias.

Com inflação equilibrada, aonde alguns aumentos de produtos seja sazonais, aumentar a taxa Selic adianta praticamente nada para combater aumento de preços, analisando profundamente o aumento de taxa de juros com uma inflação equilibrada, prejudica o próprio país para manter a inflação controlada. Por quê? O maior aliado para manter os preços sobre controle se chama concorrência, com alta de juros a produção diminui, sobrevivendo empresas com maior poder aquisitivo, dominando o mercado praticamente sozinhas no seu ramo de atividade, elevando os preços dos produtos.



Certamente o Banco Central do Brasil, vendo uma considerada baixa na inflação, pelo motivo das desonerações de produtos, principalmente da cesta básica (em julho de 2013), pode ter pensado que os baixos índices medidos no começo do 2º semestre, chegando próximo da meta de inflação foi por ter aumentado a Selic em 0,5%, e esse percentual foi aumentado em todos últimos 6 meses pelo Copom (Comitê de Política Monetária), em exceção ao mês de abril (0,25%). A inflação ficou acumulada nos últimos 12 meses em 5,84% , com a meta de inflação de 4,5%, com tolerância em até 6,5%, com a taxa de juros (Selic) em 9,5% no ano.

A maior força para combater aumento de preços é a concorrência, por isso se deve dar mecanismos para fortalecer ela, como:
O câmbio, desvalorizando menos o Real, principalmente para facilitar a importação de insumos para a produção das industrias.
Diminuindo taxas de importação de produtos em alta na inflação, para ter a concorrência de produtos (nacionais X importados).
Ter uma tarifa maior para exportação de produtos em alta na inflação como para carne, que foi uma das vilãs do mês de outubro, para suprir a demanda do mercado interno, não deixando o lucro ser maior para exportação, evitando o país com muita procura e pouca oferta, resultando em alta da inflação.  


In f lação  acelera  para  0,57%  em ou t u bro;  ca rne  foi  p ri n c i pal 'vi lã' do mês

Do UOL, em São Paulo
07/11/2013 09h55
A inflação oficial acelerou para 0,57% em outubro, após avançar 0,35% em setembro, segundo informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (7). Em outubro do ano passado, o indicador registrou alta de 0,59%.
A inflação oficial em 12 meses ficou em 5,84%, acima da meta do governo para o período (4,5%), mas dentro do limite previsto (de até 6,5%). O indicador ficou ligeiramente abaixo dos 5,86% registrados no período de 12 meses encerrado em setembro. É a menor variação desde dezembro de 2012, quando também atingiu 5,84%.
A inflação oficial acumula taxa de 4,38% no ano, igual ao registrado no mesmo período do ano passado. 
O IPCA mede a inflação para as famílias com renda de um a 40 salários mínimos em nove regiões metropolitanas do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém, a além do município de Goiânia e de Brasília.

Carne é a vilã do mês

As carnes foram as principais vilãs em outubro, com alta, em média, de 3,17% --chegando a 5,85% na região metropolitana de São Paulo.
Outros alimentos importantes na mesa do consumidor também aumentaram, com destaque para o tomate, cuja alta foi de 18,65%, mas atingiu 52,69% na região metropolitana do Rio de Janeiro.
Com estes e outros aumentos, o grupo Alimentação e Bebidas subiu 1,03% em outubro, acima dos 0,14% de setembro, e foi o principal responsável pela aceleração da inflação oficial de um mês para o outro.
Os nove grupos que compõem o IPCA apresentaram as seguintes variações na passagem de setembro para outubro: alimentação e bebidas (de 0,14% para 1,03%), habitação (de 0,62% para 0,56%), artigos de residência (de 0,65% para 0,81%), vestuário (de 0,63% para 1,13%), transportes (de 0,44% para 0,17%), saúde e cuidados pessoais (de 0,46% para 0,39%), despesas pessoais (de 0,20% para 0,43%), educação (de 0,12% para 0,09%) e comunicação (de recuo de 0,04% para alta de 0,08%).

INPC

O IBGE também informou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) subiu 0,61% em outubro, depois da alta de 0,27% em setembro. No ano, o indicador acumula alta de 4,25%, e, em 12 meses, avanço de 5,58%, indicando recuo em relação aos 12 meses encerrados em setembro, quando ficou em 5,69%.
O INPC se refere à inflação percebida pelas famílias com renda de um a cinco salários mínimos que vivem nas mesmas localidades pesquisadas para o IPCA.
(Com Reuters e Valor)





quarta-feira, 6 de novembro de 2013

IPTU DE SÃO PAULO: CONTINUAÇÃO DA FAIXA ABSURDO

A gestão do prefeito Fernando Haddad não aprende mesmo, primeiro afrontou os paulistanos querendo dar um aumento ultra-absurdo do IPTU em até 204% em 3 anos, e a população se mobilizou contra, e a prefeitura voltou atrás. 

Depois o aumento virou muito-absurdo, e o povo se mobilizou e retiraram as somas dos índices de inflação, com aumentos do IPTU nos anos seguintes.

Mais tarde para fugir de manifestações, calar a opinião pública, impedir a democracia brasileira de se expressar, a Câmara Municipal de São Paulo aprovou na calada da noite um IPTU absurdo.





Agora a prefeitura de São Paulo afronta o Poder Judiciário, e sanciona o aumento do IPTU absurdo, minutos depois de saber que o juiz Emílio Migliano Neto, da 7ª Vara da Fazenda Pública, acatou a ação do promotor Maurício Antonio Ribeiro Lopes, da Promotoria de Justiça da Habitação e Urbanismo, concedendo liminar que impede o aumento.

Vai ficar mais feio, e aumentar ainda mais o desgaste da prefeitura de São Paulo com a população da Cidade se falar que não sabia, que foi "coincidência", que nem imaginava de liminar alguma.


O reajuste do IPTU para o comércio até 2017 a previsão é de aumento de 88,5%, como não afeta os mais pobres?, o resultado é demissões de trabalhadores, e aumento de preços dos produtos. Fora o aumento de mais de 50% no mesmo período para os imóveis residenciais. Esse IPTU enviado pela Prefeitura de São Paulo, para Câmara Municipal de São Paulo, aprovado por 29 vereadores, foi ultra-absurdo e continua absurdo. 










Mesmo com veto da Justiça, Haddad sanciona aumento do IPTU

Prefeito alega que ainda não foi notificado da liminar deferida na terça à noite a pedido do Ministério Público, mas afirma que vai recorrer da decisão


06 de novembro de 2013 | 10h 33 Artur Rodrigues, Diego Zanchetta e Fabio Leite - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), publicou nesta quarta-feira, 6, no Diário Oficial, a lei que a aumenta em até 35% o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em 2014 mesmo após o juiz Emílio Migliano, da 7ª Vara da Fazenda Pública da Capital, deferir uma liminar no fim da tarde de terça-feira, 5, impedindo a imediata sanção do projeto.
Em agenda no Conjunto Habitacional da Água Branca, na zona oeste da capital, Haddad disse que sancionou a lei porque até agora a Prefeitura ainda não foi notificada da decisão da Justiça. "Até o presente momento não fomos informados oficialmente da decisão, mas quando formos informados, como a decisão prejudica a metade mais pobre da cidade, vamos recorrer", disse o prefeito.
Para o promotor de Habitação e Urbanismo Maurício Ribeiro Lopes, autor da ação que resultou no impedimento do reajuste do IPTU pela Justiça, a Prefeitura descumpriu uma determinação da Justiça. "É desarrazoado a Prefeitura ter feito a sanção desta lei sabendo que havia uma liminar desde o final da tarde de ontem impedindo o ato. O que deve ser feito é a Câmara fazer uma nova sessão para votar o projeto respeito o rito do Legislativo", disse Ribeiro Lopes.
Na decisão, o juiz usou os argumentos apresentados pelo Ministério Público, segundo o qual a sessão da Câmara Municipal que aprovou na semana passada o aumento do IPTU em 2014 de até 20% para residências e até 35% para comércio e indústria descumpriu o regimento interno por não ter sido incluída na ordem do dia e por ter ocorrido antes da realização de uma audiência pública.
A manobra foi feita pela base de Haddad para conseguir aprovar a lei. Na sessão, 29 vereadores votaram a favor, apenas um a mais do que o mínimo necessário, e 26 foram contra. "Por volta das 20h de ontem (terça) todo noticiário já dava a notícia da liminar. Tenho certeza de que o prefeito, advogado que é, vai fazer uma releitura do que publicado hoje e respeitar a ordem judicial", disse o vereador José Police Neto (PSD), que votou contra.
Pela manhã, Haddad disse que "o Diário Oficial tem hora para fechar" e que até agora a Prefeitura não foi notificada da decisão. "A imprensa soube antes do que a própria Prefeitura, o que não é razoável", disse Haddad. "Independente disso, nossa intenção é recorrer da decisão, porque ela prejudica metade da cidade, que vai pagar menos IPTU do que este ano ou menos do que o acumulado da inflação em 2013", completou.